sábado, 19 de agosto de 2017

SUPLEMENTO SOBRE EDUCAÇÃO DO JORNAL DO COMMERCIO MOSTRA IMPORTÂNCIA DE UM ENSINO DE QUALIDADE PARA A PROSPERIDADE DE UM PAÍS

Antes de entrar no tema desta postagem, registro aqui algo que nem causa mais espanto de tão corriqueiro. O Tribunal de Justiça de Pernambuco instituiu um auxílio alimentação para seus pobres membros. Os vencimentos deles não bastam para alimentar a família. Imagine salário mínimo.
E agora ao tema de hoje. O Jornal do Commercio do Recife publicou, domingo passado, um bom suplemento sobre educação, sob o título “A fórmula da mudança”. Em resumo, mostram suas autoras (Luiza Freitas e Margarida Azevedo) que não existe nenhum país próspero sem uma educação de qualidade para toda a população. Tratam também do dado promissor de que, em nosso país ainda longe de um bom desempenho no setor, grupos privados estão participando num processo que, até há bem pouco, atribuía-se apenas ao Estado.
Bancos. indústrias, xópins passaram a prover ensino/educação para formar seus funcionários e aperfeiçoar essa formação. Não se trata propriamente de altruísmo, pois no capitalismo não há espaço para isso e, sim, da convicção de que a economia de mercado exige qualificação da mão de obra e também que haja renda para esta. Se não, cadê o consumo?
Observemos uma realidade. Uma população como a da Região Metropolitana do Recife aceitaria o péssimo transporte público que lhe dão, ruas esburacadas ou sem pavimentação, escolas e assistência de saúde de baixa qualidade, sujeira nas vias públicas e outras calamidades que nos afligem se tivesse recebido um ensino de qualidade? Basta comparar nossos rios e canais aos canais da cidade belga de Bruges. Na Bélgica, na Europa em geral, há bom ensino. E aqui?
Se o ensino básico for precário, ficam eliminadas as chances de uma boa formação, de um bom emprego. O especialista Marcos Magalhães, ouvido pelas autoras do referido suplemento, afirma que a educação “é um desafio gigantesco. Temos 33 milhões de adolescentes e jovens entre 15 e 24 anos de idade. Dessa tropa, só 14% estão na universidade. Menos da metade concluiu o ensino médio. Somente 8% têm um curso técnico”.
Infelizmente, nossos governantes, mais preocupados com pura política e, muitas vezes, politicagem, não dão a devida importância ao ensino. Professores do ensino infantil, básico e médio são mal preparados e pagos; o salário é insuficiente até para a compra de livros, reciclagem.

Nessa mesma edição do JC (13.08.17), o presidente do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC) e do Grupo JCPM, empresário João Carlos Paes Mendonça, dá uma entrevista em que fala da importância da educação e do que vem fazendo o seu grupo empresarial há dez anos no sentido de capacita e estimular a inserção de jovens no mercado de trabalho em Pernambuco, Ceará, Bahia e Sergipe. Esse trabalho foi iniciado no bairro recifense de Brasília Teimosa, onde se situa a sede do grupo e que fica próximo ao Shopping RioMar (que integra o grupo). Mais de 10 mil jovens já foram capacitados.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

CORRUPTO, PATRONAL E CALOTEIRO. EIS A DESCRIÇÃO DO CONGRESSO NACIONAL FEITA POR UMA REVISTA SEMANAL, QUE CERTAMENTE NÃO É A VEJA

Uma revista semanal aí, Carta Capital, dos poucos órgãos da nossa imprensa que divulgam a verdade factual, sem distorções, interpretações, sonegações, descreve o Congresso Nacional como corrupto, patronal e caloteiro. Quando eu falo em interpretação, refiro-me àquelas interpretações do tipo “global”, que só confundem o leitor desprevenido e lhe subtraem a conscientização. Tem até um programa da Globo News que se chama “Fatos e versões”. Quando é uma interpretação ou versão ou distorção de um William Waack, a coisa é ainda mais perigosa, pois o cabra é inteligente e culto. Já um Alexandre Garcia é menos perigoso por ter a cabeça mais ou menos oca.
Pelo repórter, André Barrocal, vemos o presidente espúrio e golpista Michel Miguel Elias Temer Lulia em alegre confraternização com o insigne ministro do Supremo Gilmar Mendes, que pode vir a julgá-lo, e o presidente da Câmara Rodrigo Maia, que quer o lugar do golpista. E ficamos também sabendo que de cada três congressistas, um é caloteiro; e que de 300 a 400 são investigados no STF; R$ 877 milhões é o valor dos papagaios dos congressistas caloteiros; 42% são empresários e fazendeiros; 55 são réus em ações penais no STF.
A pergunta se impõe. Com um Congresso desse jaez, nós somos realmente representados. E um tal conluio de interesses espúrios pode fazer reformas dignas deste nome? Estão querendo parlamentarismo, distritão, mas tudo em proveito próprio e para enfrentar a renovação das casas legislativas mais comodamente e perpetuar seu deletério reinado.
Em duas ocasiões, o regime parlamentarista foi rechaçado com grande folga em plebiscitos. Em 1963, quando 82% do eleitorado votaram contra e só 18% o aprovaram E novamente em 1933, quando 55,6% se pronunciaram contra e 24,9% a favor.

Ora, o regime parlamentarista, a meu ver, é o menos imperfeito e funciona muito bem na Grã-Bretanha, na Índia e em vários países europeus com boa quilometragem de civilização. Se algum dia for adotado no Brasil, teria de ser por uma Constituinte exclusiva, com representação de personalidades preeminentes e não de viciados políticos profissionais (no pior sentido). O mesmo se pode dizer para voto distrital, distritão, distritinho e tudo isso que vem engendrando a mentalidade tacanha de representantes que não representam o eleitorado, e sim a si mesmos, seus financiadores, agronegócio et caterva 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

TAÍ UM PROJETO BOM, O BIKE PE. APARENTEMENTE ABANDONADO, COMO TANTOS OUTROS. MAS GARANTEM QUE ESTÁ EM REFORMULAÇÃO

Mais um projeto civilizado definha, o Bike PE. A explicação dada pelos responsáveis é reformulação. E não se pode reformular (supõe-se que para melhor) sem parar ou encurtar o serviço? Trata-se de um projeto de compartilhamento de bicicletas públicas na Região Metropolitana do Recife. Mas já foram desativadas mais de 15 estações onde o usuário pode pegar uma bicicleta e fazer um percurso até outra.
A colega Roberta Soares, do Jornal do Commercio, escreveu recentemente reportagem a respeito, onde informa que o projeto foi criado há quatro anos com 80 estações e promessa de expansão. Encolheu. Acrescento que, num país desgovernado pelo golpista Michel Miguel Elias Temer Lulia, onde se mata a esmo, rouba-se demais a exemplo da quadrilha que comanda o país (ver opinião de Joesley Batista), serviços públicos de qualidade se ausentam cada vez mais do quotidiano do cidadão, rodovias lembram as crateras lunares, não há dinheiro para educação e saúde mas sobra para o golpista comprar parlamentares driblando a Papuda (presídio de Brasília), ferrovias são sucateadas e por aí vai, nesse país que já foi nosso e hoje pertence ao deus Mercado, podemos esperar tudo de ruim.
Acrescente-se ainda o vandalismo habitual em uma sociedade sem direito a uma boa educação. Direito tem, mas não oportunidade. Qual o interesse que tem o governo golpista em educar a população, dar-lhe ares contemporâneos? Na Holanda, um pequeno país muito civilizado, usa-se muito a bicicleta e ninguém sai por aí roubando nem deteriorando um veículo tão à medida do homem. Mas nós pernambucanos perdemos o trem da história quando mandamos os holandeses de volta à sua terra e restauramos a Inquisição e todo tipo de preconceito. Alguns dos holandeses que daqui partiram fundaram, mais tarde, a cidade de Nova Amsterdam, nos Estados Unidos. Onde é essa cidade? Nada menos que Nova York, rebatizada mais tarde.
A administradora do Bike PE, em parceria com o Banco Itaú, promete para setembro a chegada dos novos modelos de bicicleta, com tecnologia da canadense PBSC Urban Solutions. No Rio, São Paulo, Salvador e Porto Alegre, projetos similares também estão passando por essa mudança operacional, que inclui tecnologia antifurto, informa a repórter.

Vamos torcer para que tanta promessa tenha fundamento e para que o poder público não continue abandonando projetos que dão ou poderiam dar certo.

sábado, 12 de agosto de 2017

A CATÓLICA E CONSERVADORA POLÕNIA, EX-COMUNISTA E HOJE INTEGRANDO A UNIÃO EUROPEIA, TEM PENDORES REACIONÁRIOS. NO QUE É SEGUIDA PELA HUNGRIA

A Polônia é um país diversificado na Europa. País de maioria quase absoluta católica, teve, porém, um governo comunista, no pós-guerra, que durou até 1980, quando foi eleito Lech Walesa, do sindicato Solidariedade. País de católicos, espremido entre a Prússia protestante e a Ucrânia/Rússia ortodoxas, incorporou praticamente a religião às estruturas do Estado. Há ali uma tendência ao conservadorismo que levou o país a governos direitistas. Note-se que, embora escrevendo sua língua com caracteres latinos, os poloneses e sua língua são eslavos, como os russos, ucranianos e outros povos do leste europeu.
Há poucos dias os poloneses foram às ruas com o objetivo de barrar medidas reacionárias e medievais que permitiriam ao governo de direita interferir na independência do Poder Judiciário local. Como o país integra a União Europeia, esta prometeu estabelecer um prazo para o presidente Andrzej Duda reverter as leis que fariam os políticos controlarem a Suprema Corte.
Aí a população foi às ruas, o que levou Duda a vetar o conjunto de leis. Isto o conduziu a um rompimento com o ex-presidente Jaroslaw Kaczynski, líder do partido direitista Lei e Justiça. Para a também direitista primeira-ministra Beata Szydlo, trata-se de uma questão interna e o governo não deveria ceder a nenhuma pressão estrangeira. Mas os partidos de oposição celebraram a decisão de Duda. Kamila Gasiuk-Pihowicz disse: “Foi a decisão certa e um ato de coragem. O veto mostra a força dos protestos populares”.
Outro país ex-comunista que, hoje na União Europeia, pende forte para a direita é a Hungria. Seu primeiro-ministro Viktor Orbán foi duro: “A inquisição ofensiva contra a Polônia não pode ter sucesso, porque a Hungria usará todas as opções legais na União Europeia para demonstrar solidariedade aos poloneses”.

A tendência à direita ocorre, aliás, em quase toda a Europa, que, agora sem medo do fantasma comunista de que falava Karl Marx em seu Manifesto, tende a abandonar o Estado de Bem-Estar que se instalou no pós-guerra. O que é lamentável.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A CIDADE DO RIO DE JANEIRO, QUE JÁ FOI CAPITAL DO IMPÉRIO, DISTRITO FEDERAL E ESTADO DA GUANABARA, PRECISA SER URGENTEMENTE SALVA DOS DEMAGOGOS QUE A ARRUINARAM

Na minha vida profissional, morei e trabalhei um tempo no Rio de Janeiro, ainda Estado da Guanabara. No grupo Manchete, no alternativo Opinião, na atual Editora Globo (então Rio Gráfica e Editora). Era um Estado-Cidade extremamente organizado e cheio de obras que melhoravam a vida do carioca. Também seu primeiro governador, quando o Distrito Federal se mudou para Brasília, foi o arquigolpista Carlos Lacerda, que recebeu da Aliança para o Progresso EUA) todo tipo de ajuda, na preparação da derrubada do governo constitucional em 1964.
O ensino era muito bom e uma amiga nossa que trabalhava na Secretaria de Educação arranjou para meus filhos mais velhos estudarem em duas escolas de primeira linha, a Rodrigues Alves, vizinha ao Palácio do Catete e onde já funcionara a Secretaria do Governo, e a Anne Franck, vizinha ao Palácio Guanabara e à sede do Fluminense. Tanto que, quando voltei ao Recife, os mais velhos passaram facilmente no vestibulinho para o Colégio de Aplicação da UFPE.
De repente sai do cérebro autoritário do ditador de plantão, general Ernesto Geisel, a ideia de juntar aquele avançado Estado ao feudal e coronelista Estado do Rio. A motivação é que, na Cidade Maravilhosa (Guanabara), a população é muito politizada e votava (quando os milicos permitiam eleição) com a esquerda. Não tinham dado um golpe que gerou uma ditadura de 21 anos e, de quebra, Ribamar Sarney Fernando 1º e Fernando 2º? Então era para entrar na ordem unida.
Foi um desastre para a Guanabara. Garotinhos, Garotinhas, Pezões et caterva passaram a fazer política, e ganhar eleições, no novo Estado Frankenstein. O resultado, algumas décadas depois, é o desastre que aí está. O Estado do Rio está falido: a antiga e boa Universidade do Estado da Guanabara sucateada e quase paralisada; funcionários, aposentados e pensionistas com salários e pensões atrasados; o crime organizado na crista da onda; os hospitais sem verba e sem condições de prestar um serviço digno à população; as forças armadas empregadas como polícia contra a opinião do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

Não entendo por que os políticos cariocas da velha guarda não fazem uma proposta para restaurar o Estado da Guanabara ou, como propõe o professor Christian Edward Cyril Linch, criar duas capitais no Brasil, como há em vários países, a exemplo da África do Sul e Bolívia. Gente, vamos salvar a Cidade Maravilhosa (essa marchinha era o hino do Estado da Guanabara)!

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

PESQUISAS E BOLSISTAS PODERÃO PERDER SEU FINANCIAMENTO. MAS TEM DINHEIRO PARA COMPRAR PARLAMENTARES COM O OBJETIVO DE LIVRAR TEMER LULIA DA PAPUDA

Desculpem a insistência, mas vem aí uma nova calamidade TEMERária. Muitas centenas de bolsistas do CNPq poderão perder seu financiamento, pondo a perder mestrados, doutorados, pesquisas em curso. Há dinheiro de sobra para comprar parlamentares, na peleja por livrar Michel Miguel Elias Temer Lulia da cadeia; mas, na hora de financiar o ensino e a pesquisa, o Tesouro se encurta.
É um absurdo o desmonte do nosso país levado a cabo pelo atual desgoverno golpista. Os países que contam na economia mundial investem pesadamente no ensino/pesquisa. Criam marcas famosas na indústria automobilística, de computação, comunicação. A Alemanha, destruída, e bote destruída aí, pela guerra, é hoje o país mais forte da Europa econômica e financeiramente, sediando o Banco Central Europeu, Japão e Coreia do Sul estão lá na frente. A própria China, após percalços gerados por equívocos da sua Revolução, vai se tornando aos poucos a maior potência do mundo.
Todos estes países investem com empenho e quantidade em educação, pesquisa. Aqui temos um ministro da Educação que não convence. As universidades e outros centros de ensino e pesquisa se queixam da exiguidade das verbas que recebem.  E agora mais uma má notícia, que é a da possibilidade de parada no pagamento de bolsas e pesquisas. Não dá para continuar muito tempo assim. Urge voltarmos a caminhos não golpistas e espúrios.
Na política externa, Pindorama, que cresceu muito em protagonismo internacional nos governos anteriores, se torna cada vez mais irrelevante apenas acolitando o reacionarismo que se instalou na Argentina, Paraguai e outros países sul-americanos. Nas cúpulas internacionais, Temer Lulia praticamente se esconde e ainda leva safanões, como o que recebeu da primeira-ministra da Noruega, devido ao aumento do desmatamento e da grilagem de terras públicas.
Sem agenda e obedientes às leis ao assim dito mercado, essa quadrilha que nos desgoverna (no dizer de Wesley Batista) avança TEMERariamente pelo caminho da privatização sem nenhum critério de tudo o que Fernando 2º (FHC) não conseguiu nem ousou privatizar (vejam o livro A privataria tucana).

Com o prosseguimento da política externa de Lula, de Celso Amorim, o Brasil seria hoje ouvido e respeitado.

sábado, 5 de agosto de 2017

REPETE-SE NA VENEZUELA O CERCO QUE ALLENDE SOFREU NO CHILE NOS ANOS 1970

Repete-se na Venezuela o que mais de 40 anos atrás ocorreu no Chile. O socialista Salvador Allende foi levado à Presidência da República em eleições livres, democráticas e tentava melhorar a vida da população pobre de seu país, fomentando ao mesmo tempo o progresso. Em plena guerra fria, os Estados Unidos não aguentavam mais essa tentativa de alcançar socialismo com desenvolvimento e liberdade. O Chile depende muito do transporte rodoviário para seu abastecimento e foi aí que o bondoso Tio Sam atacou, promovendo e financiando greves e mais greves de caminhoneiros.
Washington conseguiu seu intento de criar na América do Sul mais uma ditadura amiga quando o renegado general Pinochet atacou a sede da Presidência, levando Allende ao suicídio e inaugurando uma ditadura das mais bárbaras e duradouras por estas bandas. Diga-se de passagem, aprovada pelos países ricos, como as da Argentina, do Brasil, do Uruguai.
Agora que os militares estão mais dedicados a seu ofício de defesa dos seus países, Washington ataca por outros meios um regime com o qual não concorda, criado por Hugo Chávez, que morreu e foi substituído por um cara muito menos preparado para prosseguir com os ideais de Simón Bolívar, o Libertador. E ataca com armas semelhantes às usadas no Chile. Promove e financia o desabastecimento e constantes manifestações de rua.
Enquanto isso, os petrodólares utilizados por Chávez para financiar o fim da miséria minguam em virtude da queda dos preços do petróleo. Simultaneamente a Organização dos Estados Americanos (OEA), uma espécie de agência dos Estados Unidos, o governo do bufão Trump e os de outros países ricos condenam a tentativa dita bolivariana e criam sanções contra Caracas. E acolitados pelo Itamaraty de Michel Miguel Elias Temer Lulia, que humilha aquela nossa anterior política externa independente.
Eu nunca vi se condenar uma Constituinte. É o que acontece agora com a Venezuela. O protagonismo da CIA continua firme e atuante na América Latina e Caribe. Para essa agência estadunidense Constituinte, Constituição, democracia são coisa de branco. Povos morenos têm é que se submeter a ditaduras amigas dos EUA. Amigas como as da Arábia Saudita e outras. Para as inimigas valem outras leis. Por enquanto, o presidente Maduro e o chavismo ganharam novo fôlego com a votação pró-Constituinte.

Estranho é como toda a mídia brasileira ataca Maduro e o chavismo violentamente, com raríssimas exceções. Se o projeto mais à esquerda de Lula voltar ao poder, uma das providências urgentes a tomar é a regulação da mídia que depende de concessão (basicamente rádio e TV). Se é uma concessão, não pode ganhar o quase monopólio da Rede Globo, um autêntico partido político contra qualquer oposição.